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Luis Aparício escreve: "Um amigo, desde jovem,
faz desenhos daquilo que sente sobre o interior de Sintra. É
algo que está dentro de si e sai quando está a ver televisão ou
num restaurante ou numa reunião. O tema que lhe sai é sempre
sobre aquilo que vive (ou existe) por baixo da serra de Sintra. Quem olha para
estes desenhos (abaixo indicados), sente que algo de muito especial lhe foi sugerido.
Estamos perante momentos únicos e inéditos. Eis as suas palavras
sobre os seus desenhos":
“Sim,
é verdade, qualquer pedaço de papel serve para desenhar ou
expressar aquilo que só os olhos da alma vislumbram ou captam.
Quem olha os desenhos, vê o que tem de
ver, e sente o que tem de sentir, internamente, naquele preciso
momento.
E hoje esse processo de escrita mantém-se,
simplesmente, como uma linguagem do espírito para unir mundos; os do visível, real e imediato, com os
do sagrado invisível, seus Portais de Consciência.
São ‘chaves’ de desbloqueamento.
Essa é uma das funções dos desenhos”.





O
autor dos desenhos é Arquitecto, professor de artes
orientais há mais de 35 anos, foi com os escoteiros que cimentou
o seu amor pela natureza e a sua amada Sintra, a serra sagrada.
Sintra, é onde a sua alma abraça, no
sussurro do silêncio, a vida que o Lugar dos Lugares preserva
para lá do tempo e dos espaços dos homens.
Ali, entre o mar, feito de céu e
terra, a Luz tem as suas fronteiras.
É onde a Poesia e a Ciência das
Estrelas comungam, Irmãs do UNO.
Ali, só está quem tem de estar,
Simplesmente, Presente.
Extraido
do site: www.apovni.org
Página
e formatação de Rui Palmela
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